CNU – TV Digital e Interatividade

CNU – TV Digital e Interatividade

No início do ano de 2015, concedi uma entrevista para o programa Conexão Universitária, produzido e veiculado pelo Canal Universitário de São Paulo. Apresentado pelo Prof. Daniel de Thomaz, o Conexão Universitária tem por objetivo despertar o interesse do público pela pesquisa acadêmica. Vários temas são abordados a cada temporada. Minha participação foi para falar sobre minha pesquisa na área de interatividade da TV Digital Brasileira. No vídeo acima, você pode conferir a íntegra da entrevista.

Pesquisa sobre Interatividade na TV Digital.

Essa pesquisa sobre interatividade foi realizada como trabalho de conclusão de curso na Pós Graduação de Produção Executiva e Gestão da TV, que cursei na FAAP. Após a defesa do trabalho na banca, escrevi um artigo resumindo os principais pontos da pesquisa. Esse artigo foi publicado na Revista da SET no ano de 2012 e eu apresentei os resultados da pesquisa no painel acadêmico do Congresso da SET em 2012.

Não tenho dúvidas de que a interatividade é uma ótima maneira de engajar a audiência da TV e de qualquer outro produto audiovisual. Incluir o espectador no desenvolvimento da história, criando ambientes próprios para essa interação, é algo muito atrativo e natural para essa geração que já nasceu digital. Cada vez mais, os consumidores de TV deixarão de ser espectadores e passarão a ser usuários.

Como criador e produtor de conteúdo, espero que os conteúdos interativos ganhem cada vez mais espaço nas grades e catálogos de programação, incluindo a audiência na evolução das histórias. Com a interatividade, os produtos audiovisuais se tornarão cada vez mais relevantes na vida das pessoas. Seja para educação ou para o entretenimento.

Atualmente temos algumas iniciativas pontuais de interatividade em segunda-tela. São programas que usam aplicativos próprios para que o usuário interaja com o conteúdo da TV. Inclusive, já publicamos alguns reviews aqui no site da Alucine. Há também vários exemplos de programas utilizando as redes sociais como ferramenta de interação. Porém, o software Ginga, não conseguiu ganhar o seu espaço nesse mercado e são poucos os casos de emissoras que produzem aplicativos para ele. Saiba mais sobre esses assuntos na entrevista.

12 de dezembro de 2016